IA, consumo e água foram os principais temas do 3º episódio do podcast Fonte Consciente. Confira!

A inteligência artificial deixou de ser uma tendência distante e passou a fazer parte do cotidiano das pessoas de forma rápida, intuitiva e sem barreiras. Esse foi um dos principais pontos abordados por Eco Moliterno, publicitário e Chief Creative Officer da Accenture Song, no terceiro episódio do Fonte Consciente.

Reconhecido como um dos publicitários mais influentes do Brasil, Eco trouxe uma visão provocadora sobre a ascensão da IA generativa e a mudança na forma como as pessoas buscam, avaliam e confiam em informações. Segundo ele, a adoção acelerada da tecnologia desloca a transformação para dentro das organizações, já que os consumidores já incorporaram a IA ao dia a dia.

No campo da comunicação e do consumo, essa mudança altera profundamente a relação entre marcas e público. A lógica deixa de ser apenas de busca e passa a ser conversacional. Em vez de ranquear opções, a inteligência artificial recomenda, orienta e influencia decisões com base na opinião coletiva e no perfil de cada pessoa.

A inteligência artificial tá literalmente na mão de todo mundo e já tá todo mundo usando. Foi uma adoção muito rápida, exponencial, né? A curva sem precedentes na história da humanidade.

Esse novo cenário cria oportunidades, mas também impõe desafios. Marcas mal avaliadas ou desconectadas das expectativas dos consumidores passam a ser expostas de forma mais direta, já que a IA não apenas organiza informações, mas entrega respostas e recomendações.

Quando o assunto é o setor de água mineral natural, Eco enxerga um contexto especialmente favorável. Por se tratar de um produto vital, a inteligência artificial pode atuar como aliada na educação, no estímulo ao consumo consciente e na inserção da hidratação na rotina das pessoas, fechando um ciclo que envolve recomendação, aprendizado e recompra.

O episódio também trouxe exemplos de como a tecnologia pode gerar impacto social, como o Tapwater Project, iniciativa que transformou o consumo simbólico da água da torneira em doações para levar água potável a quem não tem acesso, em parceria com a UNICEF.

Para Eco, o diferencial está na forma como as marcas escolhem se posicionar diante dessa nova onda tecnológica.

Usem a inteligência artificial para posicionar em um lugar, a marca de vocês, que vai além do produto em si.
Enxergar a água só como um produto de consumo, eu acho que é pensar pequeno.

A mensagem final do episódio é clara: marcas que souberem usar a inteligência artificial para criar vínculos emocionais, gerar valor real e dialogar de forma mais humana tendem a ocupar um novo patamar de relevância nos próximos anos.

O Fonte Consciente é apresentado por Larissa Dottaviano e conta com patrocínio do Valgroup. Assista ao episódio e acompanhe o Fonte Consciente no YouTube e no Spotify.


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