ABINAM envia água mineral natural a municípios afetados pelo rompimento da Ponte JK

Após contaminação do rio Tocantins, abastecimento emergencial reforça o papel do setor em crises e destaca críticas à Reforma Tributária.

O rompimento da ponte Juscelino Kubitschek, entre Maranhão e Tocantins, no último domingo (22), não só interditou a via como comprometeu o rio Tocantins. Produtos químicos provenientes de caminhões que caíram no rio — incluindo uma carga estimada de 120 mil litros de ácido e agrotóxicos — forçaram a interrupção da captação de água na região.

Com o desabastecimento, água mineral natural foi o primeiro item a desaparecer das prateleiras de supermercados e depósitos locais. As prefeituras de Imperatriz e Estreito reforçaram o alerta para evitar o consumo da água local até que a situação seja controlada.

Os associados da ABINAM agiram rapidamente para enviar carregamentos emergenciais de água mineral natural à região, reafirmando o papel fundamental do setor no enfrentamento de tragédias e crises. E seguimos mandando mais suprimentos para a região.

Este episódio reforça nossa insatisfação com a recente Reforma Tributária aprovada pela Câmara dos Deputados, sob relatoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A medida retirou a água mineral natural da cesta básica estendida (na proposta aprovada no Senado Federal, ela foi incluída, o que geraria 60% de redução na alíquota) e aumentou significativamente os impostos sobre o setor. Esses ajustes dificultam o acesso da população a um bem essencial para a saúde, especialmente em situações emergenciais como esta.

Independentemente da magnitude das tragédias enfrentadas, como as enchentes que devastaram o Sul, por exemplo, a água mineral natural se mantém como um recurso indispensável para proteger vidas e mitigar impactos nestes momentos difíceis. A atuação da ABINAM em catástrofes demonstra o compromisso do setor em amparar a população quando mais precisa.

A ABINAM critica duramente decisões que penalizam itens essenciais, como a água mineral natural, enquanto preservam incentivos para produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Seguimos empenhados em defender o acesso justo e responsável a este recurso essencial.


Veja também…